"...tenho em mim todos os sonhos do mundo..."
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Brincando com a Lua
Fotógrafo profissional e jornalista científico, Laurent Laveder criou a série Moon Games, composta por diversas imagens que mostram pessoas interagindo com a Lua.
Capturando as cenas por um ângulo específico, o artista faz parecer que o satélite está realmente ao alcance das mãos dos homens e mulheres que, posando para as lentes do artista, brincam de jogá-lo para cima, ou pousá-lo na xícara de café.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Blue Bloods
A série “Blue Bloods” é uma produção que traz Tom Selleck de volta ao universo dos seriados. Afastado desde “Magnum”, o ator fez participações especiais em “Friends”, além de estrelar a série “The Closer”, produção de curta duração dos anos 90, os telefilmes “Jesse Stone” e de substituir James Caan em “Las Vegas”.
Quem também marca seu retorno com “Blue Bloods” é o produtor Leonard Goldberg. Lembram dele? Sócio de Aaron Spelling, Goldberg foi um dos produtores de “As Panteras”, “Casal 20″, “Starsky & Hutch” e “Família”, aclamada pela crítica. “Blue Bloods” será a primeira série a ser co-produzida por ele desde “Carro Comando/T.J. Hooker”. Ao longo das últimas décadas, Goldberg vem atuando como um dos executivos da CBS Corporation. Como produtor, tentou voltar em 2009 com o projeto de “Limelight”, uma espécie de “Fama”, que não foi adiante.
É curioso que a série de Selleck inicie na mesma temporada e no mesmo canal que o remake de “Havaí 5-0″. A produção original foi substituída por “Magnum” e, visto que a nova versão traz alguns elementos da série dos anos 80, será estranho ver as duas produções sendo exibidas simultaneamente. A sensação que se tem é que Selleck aparecerá nas praias do Havaí a qualquer momento!
Apesar dessa curiosidade, “Blue Bloods” nada tem a ver com o tipo de produção que está sendo filmada no Havaí. Trata-se de um drama familiar, situado em um ambiente policial, com uma proposta intimista.
“Blue Bloods” terá que provar seu valor, visto que estreia em uma sexta feira à noite, dia ‘morto’ para a audiência americana nas últimas duas décadas. Por isso, poucas produções começam nesse período no qual, em geral, são programadas séries que estão em fim de carreira ou com audiência estabilizada. Nessa temporada, a únicas novas séries que estrearão em uma sexta feira são “Blue Bloods” e “Body of Proof”, no dia 22 de outubro.
A série foi criada pelo casal Mitchell Burgess e Robin Green, de “A Família Soprano”, “Mr. and Mrs Smith (série dos anos 90 com Maria Bello e Scott Bakula) e “Northern Exposure”. O projeto foi criado pela CBS para Tom Selleck e oferecido ao casal em 2009. O desenvolvimento agradou os executivos da rede, que encomendaram um episódio piloto em fevereiro desse ano.
Este é o terceiro projeto da dupla para essa temporada, mas o único a ser aprovado. Burgess e Green tentaram primeiramente lançar a versão americana da inglesa Senstive Skin, pela HBO, que teria Kim Catrall como atriz principal. O projeto de 2008 não foi para frente. Em 2009, a dupla apresentou para a TNT a proposta de “Pastor Jazz”, sobre um pastor, fã da música jazz, que se dedica a ajudar as pessoas. Também não foi adiante. Com “Blue Bloods”, a dupla conquistou uma boa receptividade da crítica, que elegeu a série como uma das melhores entre as produções que estreiam na temporada de 2010-2011.
Apostando em “Blue Bloods” como sendo seu retorno à TV, Selleck cuida pessoalmente da qualidade de roteiros que estão sendo desenvolvidos, mesmo não atuando como produtor. A equipe é formada por Goldberg, Burgess, Green e Michael Cuesta, que substituiu Ken Sanzel, ex-policial que atuou como roteirista e produtor de “Numb3rs”.
Segundo a imprensa americana, Selleck não gostou da forma como Sanzel estava conduzido o desenvolvimento dos roteiros da série. Enquanto Sanzel cumpria ordens da CBS para transformá-la em uma produção tipicamente policial, seguindo a linha processual/procedural. Selleck exigiu mudanças, pois seu desejo era estrelar uma série que valorizasse o desenvolvimento de personagens em primeiro lugar, deixando o procedimento policial em segundo plano. Selleck ganhou a disputa e no lugar de Sanzel entrou Cuesta, de “Dexter” e “A Sete Palmos/Six Feet Under”.
Originalmente batizada com o título de “Reagan’s Law”, a produção teve seu piloto filmado em Nova Iorque. Ao longo do processo entre a aprovação da série e o início das filmagens dos novos episódios, os produtores descobriram que o contrato com a cidade tinha expirado, resultando em uma nova negociação em relação às taxas de isenções fiscais.
Ameaçando aumentar o custo da produção, a prefeitura de Nova Iorque correu o risco de perder a série, que já estava pronta para mudar-se para o Canadá. “Blue Bloods” rende à prefeitura um valor médio de 60 milhões de dólares, garantindo cerca de 800 empregos. Após algumas reuniões, a prefeitura voltou atrás oferecendo à produção os mesmos valores estabelecidos no contrato anterior.
Com isso, Nova Iorque, com seus prédios e ruas, torna-se um personagem à parte da história da família Reagan, descendentes de irlandeses, formada por três gerações de policiais. Selleck é Frank Reagan, comissário de polícia em Nova Iorque, filho de Henry (Len Cariou), que ocupava o cargo antes dele. Frank teve quatro filhos, três homens e uma mulher. O filho mais velho, também policial, foi morto em serviço.
O segundo, Danny (Donnie Wahlberg), veterano da guerra do Iraque, trabalha como detetive da polícia, forçando regras, tornando-se violento e impulsivo na captura de suspeitos. Já James (Will Estes) é um advogado formado em Direito pela Harvard, que contrariou a vontade do pai ao entrar para a Academia de Polícia. Erin (Bridget Moynahan), a filha do meio, é mãe solteira e assistente no gabinete da promotoria, que respeita todas as regras, tanto as que lhe são impostas, quanto as que ela mesma cria para sua vida.
Em seu cargo, Frank recebe o apoio do público, mas mantém uma relação complicada com a mídia, além de enfrentar a oposição do Prefeito, que não o aceita no cargo. Este manipula a mídia a seu favor, utilizando a postura de Danny para atacar Frank, que perde a admiração do filho mais novo, James, quando este começa a trabalhar com ele. Patrulhando as ruas, James questiona os métodos do pai, o que o leva a ser abordado por representantes do Departamento da Corregedoria, que realizam uma investigação clandestina. Suspeita-se que Frank e seu pai, Henry, pertençam a uma sociedade secreta chamada de “Templários Azuis”.
Fonte: VEJA
Fernanda Furquim
Nova Temporada
Jornalista especializada em séries traz informações, comentários e curiosidades sobre a produção de seriados de todas as épocas.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Relembre 10 frases marcantes de Elizabeth Taylor
Morreu nesta quarta-feira (23), aos 79 anos, a atriz Elizabeth Taylor. A informação foi confirmada pela agente da atriz, que não revelou a causa da morte. Nascida em Londres, em 1932, Taylor se tornou uma estrela de Hollywood depois de aparecer no filme "A mocidade é assim mesmo", aos 12 anos.
Conhecida por seus muitos casamentos, ela venceu dois Oscars por seu trabalho em "Quem tem medo de Virgina Woolf" e "Disque butterfield 8".
Taylor também é lembrada por sua visão crítica e bem-humorada sobre a vida. Confira abaixo dez frases marcantes de Elizabeth Taylor:
- "Não há desodorante melhor que o sucesso."
- "Grandes garotas precisam de grandes diamantes."
- "Tenho o corpo de uma mulher e os sentimentos de uma criança."
- "Só dormi com homens com quem fui casada. Quantas mulheres podem dizer isso?"
- "Não é o ter, é o conquistar."
- "Alguns dos melhores atores que conheci eram cachorros e cavalos."
- "Você descobre quem são seus verdadeiros amigos quando se envolve em um escândalo."
- "O casamento é uma grande instituição."
- "Se alguém é burro o suficiente para me oferecer US$ 1 milhão para fazer um filme, certamente eu não sou burra o suficiente de dizer não."
- "Quando os homens atingem uma certa idade, eles ficam com medo de crescer. Parece que quanto mais velhos eles ficam, mais novas são suas novas esposas."
FONTE: G1
quarta-feira, 23 de março de 2011
Morre Elizabeth Taylor aos 79 anos
Morreu nesta quarta-feira (23), em Los Angeles, aos 79 anos, a atriz Elizabeth Taylor. A informação foi confirmada por sua agente.
Ela estava internada havia seis semanas no hospital Cedars-Sinai, com quadro de insuficiência cardíaca congestiva, que ela enfrentava desde 2004. A doença impede o coração de bombear sangue suficiente para suprir as necessidades dos outros órgãos.
Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava cadeira de rodas havia mais de cinco anos para lidar com uma dor crônica.
"Minha mãe era uma mulher extraordinária que viveu a vida ao máximo, com muita paixão, humor e amor. Apesar de sua morte ser devastadora para aqueles que a mantiveram tão próxima e de forma tão querida, sempre seremos inspirados por sua contribuição duradoura", disse o filho da atriz, Michael Wilding, em comunicado.
Liz, como era conhecida, teve uma vida marcada por polêmicas. Foi considerada uma das mulheres mais belas de seu tempo, com os famosos olhos cor de violeta. Seu ex-marido Richard Burton disse que eles eram "tão sexies que equivaliam a pornografia".
Nascida em 27 de fevereiro de 1932 em Londres, ela teve seu primeiro papel para o cinema no longa "There's one born every minute", de 1942. Tornou-se uma estrela de Hollywood depois de interpretar Velvet Brown em "A mocidade é assim mesmo" (1944), aos 12 anos.
Também atuou em "Gata em teto de zinco quente" (1958), ao lado de Paul Newman, e em "Assim caminha a humanidade" (1956), último trabalho do ator James Dean.
Ao protagonizar o arrasa-quarteirão "Cleópatra", de 1963, tornou-se a primeira atriz a receber um cachê de US$ 1 milhão. Foi durante as gravações do longa, considerado um dos mais caros de todos os tempos, que ela se envolveu com Richard Burton, um dos seus oitos casamentos (com Burton foram dois).
Ela também venceu dois Oscars por seu trabalho em "Quem tem medo de Virgina Woolf" (1966) e "Disque butterfield 8" (1960). O último filme em que trabalhou foi "These old broads", de 2001, uma produção para a TV dirigida por Matthew Diamond.
Em 1992, emprestou a voz na série animada "Os Simpsons": ela dubla Maggie no episódio em que a personagem pronuncia sua primeira palavra.
Elizabeth era amiga do cantor Michael Jackson, morto em junho de 2009, e madrinha de seus filhos Paris e Prince.
O funeral da atriz está previsto para esta semana, no cemitério Westwood Village Memorial Park, em Los Angeles, onde também estão sepultados Marilyn Monroe, Natalie Wood e Truman Capote.
FONTE: G1, com agências internacionais
terça-feira, 22 de março de 2011
CRÍTICA/‘Ti-ti-ti’ tratou amor gay com naturalidade
Quem assiste a “Brothers & sisters” — série que retrata mais fielmente os valores da família americana com personagens representantes de todas as correntes políticas e morais — está careca de ver dois homens se beijando em cena. O programa é um bom exemplo de como o amor entre gays já está naturalizado na TV americana. Não se trata de uma produção sinalizadora de comportamentos que escapem ao que é mais careta. “Brothers & sisters” é careta, não há série mais “família” que ela. E um dos principais casais convencionais daquela “caretolândia” é composto por dois homens. Simples.
Aqui no Brasil, a discussão do beijo gay nas novelas, além de surrada, parece uma guerra perdida. Mas eis que, com “Ti-ti-ti”, este debate surpreendentemente também perdeu um pouco sua importância. A novela de Maria Adelaide Amaral dirigida por Jorge Fernando abordou o amor homossexual como nunca antes um folhetim tinha feito. Não ficou no raso e ao mesmo tempo tudo aconteceu com naturalidade.
No primeiro terço da história, Julinho (André Arteche) escondia da família de Osmar (Gustavo Leão) que eles tinham sido namorados. Acolhido na casa dos pais de Osmar, ele viveu um dilema entre contar a verdade e magoar a família, que, afinal, o tinha recebido com tanta generosidade. A situação se resolveu não sem conflitos e com uma dose de realismo bem razoável. Mais adiante, Julinho ensaiou um flerte com Dr. Eduardo (Josafá Filho), mas a história não avançou: o médico não era gay. Aí apareceu Thales (Armando Babaioff). O empresário chegou ter uma aproximação com Jaqueline (Claudia Raia). A esta altura, fizemos uma enquete no blog (oglobo.com.br/kogut) para saber como os internautas queriam que o triângulo se resolvesse. O resultado, de lavada, foi uma defesa de Julinho com Thales .
Maria Adelaide criou para o cabeleireiro um desfecho romântico feliz ao lado de Thales, finalmente fora do armário. Falta um beijo gay nas novelas? Talvez. Mas “Ti-ti-ti” será lembrada, entre outras qualidades, como a novela que melhor tratou o amor homossexual até aqui.
FONTE: Patrícia Kogut
20.03.2011
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15h00m
sexta-feira, 18 de março de 2011
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